Treino Interface Cérebro-Computador

O Treino Motor através de Interface Cérebro-Computador é um sistema de reabilitação desenvolvido especificamente para pacientes com défices neurológicos.

 

Os dados mundiais mais recentes indicam que, anualmente, cerca de 15 milhões de pessoas sofrem um AVC, sendo que a taxa de mortalidade ronda os 30%. Para além disto, um terço destas pessoas sofre de distúrbios físicos permanentes, que não podem ser totalmente reabilitados pela terapia convencional, e, existe ainda outra parte que sofre de outras doenças neurológicas, tais como lesões cerebrais traumáticas e esclerose múltipla, sendo que estas podem causar défices motores, hemiplegia ou espasticidade.

Tendo em consideração que um período prolongado de redução da mobilidade não afeta apenas a qualidade de vida do paciente, mas também pode acarretar complicações mais graves, como pneumonia, trombose e contraturas, e que, por vezes, a fisioterapia convencional também não oferece qualquer possibilidade adicional de reabilitação para ajudar os pacientes a recuperar o controlo do braço, mão, perna ou pé, o Treino Motor através de Interface Cérebro-Computador (Treino ICC) assume assim um papel fulcral, proporcionando uma nova oportunidade de reabilitação.

O Treino Motor através de Interface Cérebro-Computador é um sistema de reabilitação desenvolvido especificamente para pacientes com défices neurológicos. A título de exemplo, pacientes que tiveram um AVC, um traumatismo crânio-encefálico ou outra lesão cerebral podem fazer esta terapia, desde que cumpram os critérios de inclusão que são verificados na avaliação inicial. Além disso, pacientes com hemiplegia, défices motores resultantes de lesão cerebral, dor, espasticidade ou esclerose múltipla podem também beneficiar com esta terapia.

O Treino ICC é uma neurotecnologia inovadora e única para a reabilitação de pacientes com AVC e pacientes com outros défices neurológicos, uma vez que, não só ajuda o paciente a recuperar as funções das extremidades superiores e inferiores, como potencia a fisioterapia padrão com a possibilidade de uma recuperação mais rápida e bem-sucedida. Além disso, quando a terapia padrão não consegue produzir nenhum benefício adicional, este treino oferece uma segunda possibilidade de obter melhorias, podendo ser usado em estados agudos, subagudos ou crónicos.

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Alguns dados:

– 99% dos pacientes melhoram as suas funções motoras;- 99,9% dos pacientes melhoram a espasticidade nos dedos e no pulso;

– Aplicável e eficaz, mesmo 10, 20 ou 30 anos após a lesão cerebral, AVC, entre outras condições.

– Um bloco de terapia contém 20-25 sessões. Recomenda-se um mínimo de três sessões de terapia por semana. Os pacientes podem fazer até dois tratamentos por dia. Tal é particularmente útil para reduzir o tempo de viagem e estadia.

Por último, esta terapia pode ser combinada com a fisioterapia tradicional ou terapia ocupacional. Na verdade, já combina três terapias em apenas uma: (i) estimulação elétrica funcional, (ii) imagética motora e (iii) terapia de neurónios-espelho. Adicionalmente, a fisioterapia adicional pode ser benéfica para o paciente.

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    Desenvolvi ao longo do tempo a fobia em conduzir em auto estradas e atravessar pontes, a qual no decorrer do tempo começou a tornar-se cada vez mais limitativa, porque alastrou-se que nem uma praga para vários cenários que estivessem relacionados com a condução. Tinha ataques de pânico nas auto estradas, e se surgisse uma ponte numa auto estrada o ataque de pânico era tão forte que me obrigava a parar na auto estrada , ás vezes mais 30 minutos, para me recompor e fazer um esforço enorme para reiniciar a viagem. O momento em que deu o Click, para procurar ajuda, foi quando tive que ir a Vila Real, e mal cheguei a Penafiel tive o primeiro ataque de pânico, parei respirei mais de 30 minutos … mas super ansiosa, continuei viagem, voltei a parar antes de uma ponte na auto estrada … mais 30 minutos, entre choro, tremores, suores frios, boca seca e ansiedade extrema, voltei arrancar em pânico com objectivo de sair na próxima saída da auto estrada e assim fazer o resto da viagem pela nacional. E assim foi, fiz a viagem até Vila Real pela nacional antiga, entre curvas e contracurvas, bermas sem protecção, pisos degradados, no meio de montanhas demorei 3 horas a fazer 70 km, o pior dia da minha vida.
    Então a fobia, o pânico começou a limitar a minha vida, as minhas deslocações de carro começaram a ser cada vez menos, evitava conduzir a não ser que fossem trajectos muito próximos de casa. Quando tomei consciência do rumo que a fobia estava a tomar, procurei ajuda na área da psiquiatria durante 2 anos, o que na verdade não surtiu qualquer efeito. Acabei por descobrir a clínica cérebro, e tendo em conta o modo atuavam fez me de imediato acreditar que ali teria ajuda necessária … e assim foi.
    As sessões eram geralmente 60 minutos, iniciavam sempre com técnicas de relaxamento, técnicas essas que passavam por aprender e desenvolver técnicas de respiração que ajudavam a controlar a ansiedade e aprendizagem e treino relaxamento de grupos musculares. No inicio da terapia são fundamentais, porque nos ajudam a tomar consciência dos momentos em que ficamos tensos/ ansiosos e com essas técnicas poderemos induzir o relaxamento, diminuindo a tensão muscular e a ansiedade. O tratamento, no meu caso que se prendia com aspectos da condução – velocidade, atravessar pontes, ultrapassar etc, a realidade virtual eram visualizações com estes mesmos cenários, que foram evoluindo e aumentado “dificuldade” à medida que progredíamos na terapia. No decorrer de uma sessão, era exposta virtualmente à minha fobia, e ia avaliando o grau de ansiedade de 1 – 10. Quando a ansiedade estava mais elevada, era aconselhada a fazer as respirações de modo a induzir o relaxamento e assim ficava mais calma. Durante as sessões fui ensinando, reprogramando o meu cérebro a reagir de forma calma e serena perante a situação fóbica. Fui verificando que no decorrer do tempo, a minha ansiedade foi diminuindo, comecei a controlar as minhas emoções e nos dias de hoje a situação esta praticamente ultrapassada. Note-se que sou do Porto e tinha que deslocar a Braga, nesse trajecto surgem algumas pontes. No inicio do tratamento, primeiras 4 sessões havia sempre algum familiar que tinha que levar a Braga, depois desse período comecei a ser eu mesma a fazer esse trajecto. Portanto a eficácia do tratamento comecei a dar frutos bem cedo, note-se que era uma aluna aplicada e fazia todos TPC :)
    O tratamento teve um impacto enorme na minha vida, estou muito grata ao Dr. Jorge e sua equipa, por em tão pouco tempo me terem ajudado tanto.Comecei a fazer as viagens de carro de uma forma mais tranquila, a velocidade já não atrapalha, as pontes já as passo. Quando tenho que me deslocar a algum sítio que saia da minha zona de conforto, já não fico ansiosa por antecipação e nem me recuso a fazer. Este ano enfrentei a ponte que mais temia ( Ponte de Vila Real), ainda com alguma ansiedade e medo à mistura, coragem aliada ao que aprendi, consegui passa-la, para mim foi uma enorme vitória !!!
    Sinto me mais autónoma e confiante. As aprendizagens que fiz na clínica são para toda a vida, e me apoiam continuamente.

    Desde os 18 anos que sofro da fobia de falar para um público. Segui os meus estudos, fiz as minhas opções profissionais, sempre condicionadas por este problema. Posso dizer que esta fobia marcou toda a minha vida. Nas raras tentativas de resolver o problema (psicologia e hipnotismo) nunca o efeito foi o pretendido. Tive conhecimento, pelos jornais, do Centro Cérebro e do tratamento com a realidade virtual e resolvi tentar.
    Foram cerca de três meses de consultas auxiliadas pela realidade virtual. Recordo-me que de início foi doloroso enfrentar situações que para mim eram reais, onde tive que falar para diversos públicos, em variadíssimas situações. Progressivamente fui ganhando confiança. As consultas, e a técnica da realidade virtual, foram cruciais para que a minha fobia fosse encarada por mim como nunca o tinha sido. Estava a conseguir o que não tinha conseguido em 30 anos.
    Ao conseguir falar para um público virtual encarei de uma forma muito mais saudável o público real. Não vou dizer que hoje não fico nervoso ao falar em público. Fico, mas já o consigo fazer. Antes do tratamento nem sequer colocaria em hipótese fazê-lo.
    -Paciente com medo de falar em público

    O meu sono regulou e tenho andado a dormir bem com poucos despertares noturnos. Nesta última semana nem tive nenhum despertar noturno, tenho tido um sono completo.
    Quero agradecer imenso ao Dr. Jorge Alves tudo o que fez por mim, estou grato.
    -Paciente com insónia crónica severa (duração de vários anos)

    A minha experiência com o Centro CEREBRO é inequivocamente positiva e justifica-se pelo brio, competência, humanismo, disponibilidade, e rigor de toda a sua equipa. A minha necessidade de procura por respostas devido às mudanças e alterações cognitivas observadas e sentidas no meu dia-a-dia tranformou-se em evidências. A avaliação neuropsicológica, por essa razão, constituiu uma ferramenta importante para conhecer e entender as mudanças sentidas e permitiu-me, hoje, dispor de um leque de soluções e de tratamento mais alargado, para superar e lidar com qualquer tipo de dificuldade e contrariedade que possa experienciar.
    Sinto que a minha vida ganhou um impulso e sempre estarei agradecida à equipa pelo apoio, entusiasmo e êxito.

    Sou um estudante adolescente, residente no distrito de Braga, que a dada altura devido aos meus medos e ansiedades, recorreu ao Centro Cérebro, para ter uma consulta com o Drº Jorge, acompanhado dos meus pais, que percebendo esta minha problemática, acharam por bem tentar resolver, antes que se torna-se num impedimento para desfrutar da minha vida em pleno. Mais concretamente, para tentar resolver diversos problemas ligados à ansiedade, entre eles, o nervosismo e a falta de controlo em situações mais exigentes/importantes do quotidiano e a dificuldade em adormecer e possuir uma noite de sono calma e tranquila. Conforme foi passando o tempo reparei que, de certa forma, estava a evoluir e que os meus antigos problemas pareciam começar a desaparecer. Como é óbvio tal facto contribui para um maior entusiasmo e uma maior ambição de ultrapassar cada vez mais os meus problemas, até ao ponto de finalmente sentir um controlo verdadeiro sobre a minha ansiedade. Ainda de referir que esta progressão só foi possível devido à simpatia e facilidade de comunicação com o Drº Jorge e devido ás técnicas inovadoras de tratamento utilizadas, como por exemplo, a utilização da realidade virtual, algo que permitiu ultrapassar e explorar mais facilmente a raiz dos meus problemas. Devo admitir que esta decisão (de recorrer ao centro cérebro) foi essencial no melhoramento das minhas condições de vida. Utilizo o termo “admitir”, não por ter sido algo custoso, mas sim por possuir algum receio de entrar nesta nova experiência. Todavia, não me arrependo de nada, dado que esta simples decisão foi responsável por uma mudança, para melhor, da minha vida pessoal e social. Com tudo isto, aproveito para passar a mensagem, a todos os jovens que tenham qualquer tipo de receio ou nervosismo em recorrer a alguém capaz de ajudar nestas situações, para fazê-lo sem qualquer tipo de receio, uma vez que a intenção principal é ajudar.
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